Para quem não consegue comprar meu livro
Samarone Lima
Tenho recebido uma penca de email de gente que não consegue comprar meu livro, o “Viagem ao Crepúsculo”, sobre a vida cotidiana em Cuba, no cinquentenário da revolução.
Por enquanto, os caminhos são:
Comprar pelo site da editora: www.casadasmusas.org.br
Comprar pelo site da Livraria Cultura: www.livrariacultura.com.br (a vantagem é que o sujeito pode pagar em cinco vezes sem juros e o frete é grátis, mas estou fazendo merchandising sem receber um tostão, o que é coisa de bobo).
Tem na livraria Cultura de Campinas e de São Paulo (Pompéia e Villa-lobos).
No Recife, tem nas principais livrarias, que são poucas.
Quem não conseguir, pelo Brasil afora, mande um email para mim, que vejo o que posso fazer: samalima@gmail.com
Vou aqui, já pensando no Césare Pavese: Trabalhar cansa.
ps. Um monte de gente não conseguiu ver o debate no programa Painel, da Globo News. Segue o link:
http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1528788-17671,00.html
Postado em Crônicas |
10 Comentários »




17 de março de 2010, às 12:27h
Sama ainda vende seu livro no Bar Mamulengo? Porque eu comprei o meu lá. E algunas pessoas que conheço querem também.
17 de março de 2010, às 22:17h
Eu vi o debate no painel na hora, cabra. Foi arretado.
E eu soube que a Poty, que você tanto gosta, vai mudar de endereço e ampliar seu espaço com auditório em Abril. Bem que a gente podia organizar um debate sobre teu livro lá, né?
Se cuida!!!
18 de março de 2010, às 7:05h
Danúbia, lá no Mamulengo ainda há vários exemplares. Para quem não sabe, é o espaço onde o livro foi lançado, na rua da Guia, em frente à pRaça do Arsenal.
Estamos esperando Samarone providenciar o lançamento da segunda edição por lá, de novo!
18 de março de 2010, às 7:06h
Sama, glaço no debate!
18 de março de 2010, às 7:07h
…corrigindo…”golaço”
18 de março de 2010, às 7:20h
Samarone, te escrevi um e-mail querendo saber do livro “Zé”e “Clamor” que não tem mais nas livrarias. Inclusive lhe falei do google livros que tem o “Clamor” só que está incompleto, pulando algumas folhas. Por favor, me diga se vc tem algum exemplar dois dois para vender. “Estuário” eu tenho e recomendo a todos, é uma delícia de leitura.
18 de março de 2010, às 8:24h
Em Salvador quem quiser o livro Viagem ao Crepúsculo enviar e-mail para yvette@fonetica.com.br ou na Mídia Louca.
19 de março de 2010, às 1:51h
So se fala em outra coisa agora!
(brincadeira)
22 de março de 2010, às 9:44h
Comprei ontem lá na Cultura para dar de presente, tinha uma pilha lá e no expositor central!
22 de março de 2010, às 19:19h
Faça uso com entender. Vi o seu comentário no Blogue MOMENTOS. Agradeço a sua opinião. Parabéns pelo seu Blogue. Virei visitá-lo mais vezes. Ab fraterno
José E. Cunha
Há redes que valem a pena ser lançadas contra os oceanos de silêncio(s). Se todo o silêncio é de oiro, nenhum oiro pode comprar o silêncio de todos. As prisões por delito de opinião são um insulto e um vexame à dignidade humana. Façam eco contra o que se passa em Cuba, por Cuba (que a tantos de nós fez sonhar), e pelos cubanos! Façam-no, num acto de “emocion de cubanidad”, como diria a poetisa cubana Gertrudis Gómez de Avellana, e para que se faça luz “Antes que anochezca”.
“Os rebeldes eram, por outro lado, bonitos, jovens e viris; pelo menos aparentemente. Toda a imprensa mundial ficou fascinada com aqueles formosos barbudos, muitos dos quais tinham, além disso, uma esplêndida guedelha.”
“Exorto o povo cubano, tanto no exílio como na Ilha, a que continue a lutar pela liberdade. A minha mensagem não é uma mensagem de derrota, mas de luta e de esperança. Cuba há-de ser livre. Eu já o sou.” Carta de despedida de Reinaldo Arenas
Extractos do livro “Antes que anoiteça” de Reinaldo Arenas.
Basta ya!
Para que o silencio de alguns não se torne regra de muitos, nem lei para todos.
Serei de novo, como um dia fui,
choro de mães na Plaza de Mayo,
lado a lado serei, com Luisa Tamayo,
a irada multidão que pelas rua flui.
Serei de novo, como um dia fui,
Dama de Blanco em La Habana
Gritando ao silencio onde afinal rui
Olvidados sonhos da nação cubana.
Esquecido e sem amparo, morreu Zapata
No silêncio da palavra livre tornada ingrata
Murió solo, lejos de los suyos en Camagüey.
Diz-me Che, a Luisa, mãe e Pietá, o que direi
Se a ‘Primavera Negra’ de Março ainda mata,
Na Cuba que, como Orlando Zapata, tanto amei.
Alex
21-03-2010