Crônicas das coisas mínimas e desnecessárias | Por Samarone Lima

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Para quem não consegue comprar meu livro

17 de março de 2010, às 11:31h por Samarone Lima

Tenho recebido uma penca de email de gente que não consegue comprar meu livro, o “Viagem ao Crepúsculo”, sobre a vida cotidiana em Cuba, no cinquentenário da revolução.

Por enquanto, os caminhos são:

Comprar pelo site da editora: www.casadasmusas.org.br

Comprar pelo site da Livraria Cultura: www.livrariacultura.com.br (a vantagem é que o sujeito pode pagar em cinco vezes sem juros e o frete é grátis, mas estou fazendo merchandising sem receber um tostão, o que é coisa de bobo).

Tem na livraria Cultura de Campinas e de São Paulo (Pompéia e Villa-lobos).

No Recife, tem nas principais livrarias, que são poucas.

Quem não conseguir, pelo Brasil afora, mande um email para mim, que vejo o que posso fazer: samalima@gmail.com

Vou aqui, já pensando no Césare Pavese: Trabalhar cansa.

ps. Um monte de gente não conseguiu ver o debate no programa Painel, da Globo News. Segue o link:

http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1528788-17671,00.html

Postado em Crônicas | 10 Comentários »

10 Comentários

  1. Danúbia Disse:

    Sama ainda vende seu livro no Bar Mamulengo? Porque eu comprei o meu lá. E algunas pessoas que conheço querem também.

  2. Afonso Bezerra Disse:

    Eu vi o debate no painel na hora, cabra. Foi arretado.
    E eu soube que a Poty, que você tanto gosta, vai mudar de endereço e ampliar seu espaço com auditório em Abril. Bem que a gente podia organizar um debate sobre teu livro lá, né?
    Se cuida!!!

  3. Julio Vila Nova Disse:

    Danúbia, lá no Mamulengo ainda há vários exemplares. Para quem não sabe, é o espaço onde o livro foi lançado, na rua da Guia, em frente à pRaça do Arsenal.
    Estamos esperando Samarone providenciar o lançamento da segunda edição por lá, de novo!

  4. Julio Vila Nova Disse:

    Sama, glaço no debate!

  5. Julio Vila Nova Disse:

    …corrigindo…”golaço”

  6. Suyene Carvalho Disse:

    Samarone, te escrevi um e-mail querendo saber do livro “Zé”e “Clamor” que não tem mais nas livrarias. Inclusive lhe falei do google livros que tem o “Clamor” só que está incompleto, pulando algumas folhas. Por favor, me diga se vc tem algum exemplar dois dois para vender. “Estuário” eu tenho e recomendo a todos, é uma delícia de leitura.

  7. Yvette Disse:

    Em Salvador quem quiser o livro Viagem ao Crepúsculo enviar e-mail para yvette@fonetica.com.br ou na Mídia Louca.

  8. Victor Disse:

    So se fala em outra coisa agora!
    (brincadeira)

  9. Rosinha Disse:

    Comprei ontem lá na Cultura para dar de presente, tinha uma pilha lá e no expositor central!

  10. Zé Cunha Disse:

    Faça uso com entender. Vi o seu comentário no Blogue MOMENTOS. Agradeço a sua opinião. Parabéns pelo seu Blogue. Virei visitá-lo mais vezes. Ab fraterno
    José E. Cunha

    Há redes que valem a pena ser lançadas contra os oceanos de silêncio(s). Se todo o silêncio é de oiro, nenhum oiro pode comprar o silêncio de todos. As prisões por delito de opinião são um insulto e um vexame à dignidade humana. Façam eco contra o que se passa em Cuba, por Cuba (que a tantos de nós fez sonhar), e pelos cubanos! Façam-no, num acto de “emocion de cubanidad”, como diria a poetisa cubana Gertrudis Gómez de Avellana, e para que se faça luz “Antes que anochezca”.

    “Os rebeldes eram, por outro lado, bonitos, jovens e viris; pelo menos aparentemente. Toda a imprensa mundial ficou fascinada com aqueles formosos barbudos, muitos dos quais tinham, além disso, uma esplêndida guedelha.”

    “Exorto o povo cubano, tanto no exílio como na Ilha, a que continue a lutar pela liberdade. A minha mensagem não é uma mensagem de derrota, mas de luta e de esperança. Cuba há-de ser livre. Eu já o sou.” Carta de despedida de Reinaldo Arenas
    Extractos do livro “Antes que anoiteça” de Reinaldo Arenas.

    Basta ya!

    Para que o silencio de alguns não se torne regra de muitos, nem lei para todos.

    Serei de novo, como um dia fui,
    choro de mães na Plaza de Mayo,
    lado a lado serei, com Luisa Tamayo,
    a irada multidão que pelas rua flui.

    Serei de novo, como um dia fui,
    Dama de Blanco em La Habana
    Gritando ao silencio onde afinal rui
    Olvidados sonhos da nação cubana.

    Esquecido e sem amparo, morreu Zapata
    No silêncio da palavra livre tornada ingrata
    Murió solo, lejos de los suyos en Camagüey.

    Diz-me Che, a Luisa, mãe e Pietá, o que direi
    Se a ‘Primavera Negra’ de Março ainda mata,
    Na Cuba que, como Orlando Zapata, tanto amei.

    Alex
    21-03-2010

Conversinhas

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