Crônicas das coisas mínimas e desnecessárias | Por Samarone Lima

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Algumas novidades até o retorno

24 de fevereiro de 2012, às 15:22h por Samarone Lima

Com pouco acesso à Internet, longe do Recife pacas, só poderei retornar aos textos semana que vem. Tenho algumas poucas novidades:

Soube que o Santinha perdeu, que lástima;

Amanhã (sábado), despedida do Magro Valadares, que vai para o Correio Brasiliense. Cobertura do Ed. Tebas, no Centro;

Inácio atualizou o Caótico (www.caotico.com.br);

Meus amigos estão todos vivos, após mais um Carnaval Multicultural;

Paulo Bono, sempre irado e bom para caralho, atualizou seu blog: www.espalitandodente.blogspot.com.

Alguém pode me dizer resumidamente como foi o Carnaval?

Postado em Crônicas | 7 Comentários »

7 Comentários

  1. Eduardo Disse:

    Meu carnaval foi cuidando do meu filho, que pegou uma virose. O pior, aliás, o melhor, é que foi bom!

  2. Gerrá Disse:

    o carnaval foi bem mais multicultural do que anos atrás.
    mas multicultural mesmo foi o Galo!

  3. capilé Disse:

    Santinha goleou o Petrolina por 6 a 0. Estamos em 5º, atrás do Petrolina por 1 ponto.

  4. Patricia Carvalho Disse:

    Carnaval com novos HIT musicais, Madeira do Rosarinho,Voltei Recife e o sensacional Hino da Ceroula de Olinda. Teve também o inédito concurso de fantasias do Bloco Nois Sofre mais nois goza, na Rua do Hospício.

  5. Sirley Disse:

    Sama,
    o carnaval na verdade começou antes do sábado Zé Pereira (pelo menos para mim), as prévias são mais prazerosas que as multidões escandalosas do Carnaval, acompanhei dois blocos que desfilaram nas prévias, com muita alegria e descontração, recheados de pessoas conhecidas e/ou conhecidos de conhecidos, ou seja, desconhecidos para mim, mas conhecidos por alguém que conheço, bastante crianças, onde minha filha pode se entrosar e realmente brincar, foram ótimas. No sexta-feira, antes do sábado Zé Pereira, fui ao bloco da escola de minha pequena e acompanhei a diversão da criançada, no sábado não fui ao Galo, na verdade só fui ao mercadinho e a pracinha próximo a minha casa, para minha pequenina andar de patinete, a maior diversão de um pai e ver seus filhos se divertirem. No domingo fui com um grupo de amigos e amigas para Bezerros, pulamos bastante, alguns dizem que dançamos frevo, prefiro dizer que pulei, vimos muitos papangus (fantasiados e não fantasiados) e voltamos estasiados de cansados e alegres pela diversão. Na segunda fui praia e fiquei até a terça, onde voltamos a tarde para levar a pequena para jogar confete e serpentina no bairro do Recife Antigo, estando de volta ao lar antes das 20h.
    Em resumo, foi um carnaval tranquilo e saudável, como desejo que tenha sido para muitos outros.
    Abraços.

  6. Tércio Disse:

    Homi, esse ano eu sai pela primeira vez no Bloco do Mangue Beat que sai do Mosteiro de São Bento em Olinda no Sábado. O lance é se melar de argila (lama). Entrei de cabeça nessa. Me melei até nos bolsos. Bloco divertido demais. Mais engraçado ainda é quando passa pelos 4 cantos — onde algumas muitas pessoas vão com camisa da lacoste, sapato branco e novo, perfume da Victoria Secrets, pessoas cheios de “qui qui” entende? — que mesmo sem querer ao esbarrar ja viu neh? deixa rastro da argila. hehehe…
    NA moral, ir p Olinda no carnaval assim, só sendo muito fresco(a).
    A volta no buzão foi outra comedia. hihihi

  7. Canto da Boca Disse:

    “Tirei” dois dias pra me irritar: sábado à tarde em Olinda (então decidi “me perder” do povo, voltei correndo pra casa, aquilo é o inferno); na Noite dos Tambores Silenciosos (no Recife), e vim embora também, porque já fiquei logo injuriada com a multidão – hehe, quero um carnaval do Recife só pra mim -, gente pra dedéu (e mal educada, viu Sama?);lá não tem nenhuma estrutura pro povo do maracatu, senhoras idosas, esperando só Deus sabe há quanto tempo, o momento da apresentação, ali, sentadas nas calçadas, ou dentro dos ônibus caindo aos pedaços, enquanto no palanque, repórteres e fotógrafos do mundo inteiro, faziam as melhores reportagens e fotos, do ‘carnaval multicultural’, e o povo que faz a festa, se lascando cá embaixo, e os vendilhões do povo compactuando com essa infâmia.

    Então fui fazer meu carnaval multicultural de verdade: li muito! Agualusa, Clarice, João Cabral, e novamente Clarice!

    E só, e era pra ser um resumo…

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