Crônicas das coisas mínimas e desnecessárias | Por Samarone Lima

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Samarone Lima, 40 anos, taurino turrão, como disseram outro dia. Por opção, jornalista desde 1993. Por acidente do destino, dono de bar duas vezes, carreira que encerrou definitivamente, com muitos prejuízos financeiros e psicológicos.

Trabalhou em jornais e revistas os mais diversos, mas também ganhou seu pão escrevendo relatos pornôs para a revista Brazil. Santa Cruz de corpo e alma, desde que chegou ao Recife, em 1987, e se deparou com a massa coral, no Arruda. Zagueiro raçudo na pelada dos “Caducos”, aos domingos, mas com limitações na saída de bola.

Fracassou brutalmente na carreira de boxeador e saxofonista, mas teve um rendimento razoável na carreira política, quando foi presidente da Casa do Estudante Universitário (CEU), em 1991. Todos sobreviveram. Depois disso, nunca mais disputou eleições nem concorreu a mandatos.

Participou ativamente de dois momentos fundamentais da cidade do Recife: a fundação da Troça Carnavalesca Mista “Os Barba” e da Torcida Organizada Musical “Sanfona Coral”.

Vive no Recife e tem quatro livros publicados: “Zé” (1998), “Clamor” (2003), “Estuário” (2005) e “Viagem ao Crepúsculo” (2009). “Zé” e “Estuário” estão esgotados, pela graça divina.

Tem duas obsessões no momento: ver o Santa Cruz renascer das cinzas e ganhar algum título, e passar um ano sabático, apenas lendo, escrevendo e vadiando. Não sabe qual das duas coisas é a mais difícil.

Devoto de São Francisco e amante das caminhadas.